Autores em extinção? Há alternativas…

Nos anos de 1940 a 1960, a dita época dos baby boomers, quando pouco se preocupava de onde vinham os ovos, o alface ou o leite que consumíamos, a dieta da maioria das pessoas tinha muito açúcar, farinhas e refrigerante. De alguns anos para cá e cada vez mais isto se fortalece, as pessoas queremContinuar lendo “Autores em extinção? Há alternativas…”

O autor no Dia do Escritor

Neste Dia do Escritor pensamos em autoria, em autor, mas o que define um autor? Ele define-se pelo processo criativo? Pelo quanto trabalha? As leis, os tratados internacionais, protegem o autor, definem exatamente o que vem a ser autoria? Como adequar o conceito de autoria a nova realidade de hiperlinks midiaticos? E efeitos de copia eContinuar lendo “O autor no Dia do Escritor”

Países desenvolvidos vs em desenvolvimento e o respeito às leis e regras de convívio

Parada esperando o farol para pedestres sinalizar o verde em Berlim em uma esquina qualquer, sem que nenhum carro pudesse ser avistado em qualquer direção, mas onde nenhum cidadão sequer ensaia sair andando ainda sem o “Apelman”, que é o “homenzinho” que aparece com a luz vermelha ou verde no farol, símbolo da cidade, sinalizarContinuar lendo “Países desenvolvidos vs em desenvolvimento e o respeito às leis e regras de convívio”

Quem tem medo do Lobo Mau!

Quem tem crianças na faixa dos 3 anos de idade talvez reconheça neste texto algo familiar. Ninguém ensina aos pais como lidar com os monstros, aqueles que até são bonitinhos, mas assustam do Monstros SA, o lobo mau da Chapeuzinho vermelho, a raposa escondida da Dora, a bruxa dos contos de fadas, madrastas más eContinuar lendo “Quem tem medo do Lobo Mau!”

O lápis de ponta e a máquina de escrever e como mudam as formas criativas

Na coluna do Ruy Castro há dois dias na Folha de SP: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/111590-o-lapis-de-ponta-perfeita.shtml ele falou como ainda hoje se pode viver de apontar os lápis grafite. Várias profissões ainda o utilizam e consideram importante tê-los apontados. Contou a história de um profissional apontador americano. Deu como exemplo de quem os utiliza por aqui o HelioContinuar lendo “O lápis de ponta e a máquina de escrever e como mudam as formas criativas”

Excesso de livros publicados ou falta de leitores

Em tempos de pós-feira de livros de Frankfurt muito foi dito sobre o excesso de livros sendo editados no Brasil e a dificuldade em escoar esta produção face ao número limitado de livrarias no Brasil. Se, por um lado, somos um país com poucas livrarias (por exemplo na favela de Paraisópolis não há nenhuma, masContinuar lendo “Excesso de livros publicados ou falta de leitores”