Autores em extinção? Há alternativas…

Nos anos de 1940 a 1960, a dita época dos baby boomers, quando pouco se preocupava de onde vinham os ovos, o alface ou o leite que consumíamos, a dieta da maioria das pessoas tinha muito açúcar, farinhas e refrigerante. De alguns anos para cá e cada vez mais isto se fortalece, as pessoas queremContinuar lendo “Autores em extinção? Há alternativas…”

O autor no Dia do Escritor

Neste Dia do Escritor pensamos em autoria, em autor, mas o que define um autor? Ele define-se pelo processo criativo? Pelo quanto trabalha? As leis, os tratados internacionais, protegem o autor, definem exatamente o que vem a ser autoria? Como adequar o conceito de autoria a nova realidade de hiperlinks midiaticos? E efeitos de copia eContinuar lendo “O autor no Dia do Escritor”

Países desenvolvidos vs em desenvolvimento e o respeito às leis e regras de convívio

Parada esperando o farol para pedestres sinalizar o verde em Berlim em uma esquina qualquer, sem que nenhum carro pudesse ser avistado em qualquer direção, mas onde nenhum cidadão sequer ensaia sair andando ainda sem o “Apelman”, que é o “homenzinho” que aparece com a luz vermelha ou verde no farol, símbolo da cidade, sinalizarContinuar lendo “Países desenvolvidos vs em desenvolvimento e o respeito às leis e regras de convívio”

A internet das coisas e a “coisificação do ser humano”

Vivemos a época em que os gadgets, como os smartphones, atuam como extensões dos nossos corpos. Quando estamos sem eles, se a bateria acaba, por exemplo, o sentimento é de vazio, de algo que falta em nosso próprio corpo, algo indispensável. Como achar um telefone? Um compromisso na agenda? O caminho para um destino? AContinuar lendo “A internet das coisas e a “coisificação do ser humano””

A Opção pelo real: redes sociais de laços abstratos

Não há dúvidas sobre o avanço tecnológico permitido pelas redes sociais com aplicações em campos tão diversos como a educação, o empresarial e os movimentos sociais. Entretanto, o potencial alienante, a super-exposição, a banalização do cotidiano, entre outras exacerbações, carecem de uma maior reflexão. Será o tempo destinado aos posts, leitura e/ou escrita roubado deContinuar lendo “A Opção pelo real: redes sociais de laços abstratos”

Quem tem medo do Lobo Mau!

Quem tem crianças na faixa dos 3 anos de idade talvez reconheça neste texto algo familiar. Ninguém ensina aos pais como lidar com os monstros, aqueles que até são bonitinhos, mas assustam do Monstros SA, o lobo mau da Chapeuzinho vermelho, a raposa escondida da Dora, a bruxa dos contos de fadas, madrastas más eContinuar lendo “Quem tem medo do Lobo Mau!”

As empregadas domésticas, entre a profissionalização e a informalidade

Coincidentente, nos últimos dias alguns artigos sobre o assunto chamaram a atenção. Insiro os links a seguir para que possam ler. O que nenhum deles aborda é o quão ainda é informal este mercado. Neste momento estou procurando uma pessoa para substituir uma funcionária que ficou na minha casa por 8 anos. Quando chegou nuncaContinuar lendo “As empregadas domésticas, entre a profissionalização e a informalidade”

De celular em punho

Há algumas profissões que envolvem a dedicação de um profissional a uma pessoa por um determinado período de tempo do dia. Por exemplo, o personal trainer, a babá e tantos outros que fazem das horas dedicadas aos seus clientes sua profissão e consequentemente seus ganhos. Espera-se destes profissionais que dediquem as tais horas sem distrações.Continuar lendo “De celular em punho”

Globalizaram o jeitinho

Cenário: aeroporto de Paris, área de embarque. Pessoas de todas as nacionalidades vêem e vão todos os dias para este destino turístico e de negócios. Alguns preferem ou precisam viajar em grandes grupos. Foi um destes grupos que protagonizou uma cena bizarra na fila de “tax refund”, que é o reembolso que você pode requererContinuar lendo “Globalizaram o jeitinho”

Sobre o quê, quando e onde consumimos

Quantas vezes nos pegamos tentando resumir ou acelerar o pensamento do outro, da pessoa à nossa frente ou do outro lado da linha do telefone? Muitas vezes são pessoas que merecem ser ouvidas, não um ouvir apressado quando utiliza-se somente um sentindo, o da audição. O verdadeiro ouvir em que usamos a visão, assim comoContinuar lendo “Sobre o quê, quando e onde consumimos”