A misoginia trocada em miúdos. Por que pais e mães devem se preocupar com esta palavra esquisita!

Não me atrevo aqui a definir ou a discorrer cientifcamente, historicamente ou psicologicamente sobre as origens da palavra misoginia. Entretanto, é fato constatar o enorme desconhecimento a respeito do assunto apesar de suas origens serem tão antigas quanto a origem do homem.  Miso vem de odiar e gino de mulher. O misógino é o homemContinuar lendo “A misoginia trocada em miúdos. Por que pais e mães devem se preocupar com esta palavra esquisita!”

Lei de Direitos Autorais e o novo presidente do Brasil – dúvidas e consequências?!

Desde o início da campanha à presidente do Brasil fiquei bastante curiosa para saber como os candidatos haviam incluído em seus respectivos programas de governo a delicada questão da Lei de Direitos Autorais, cuja atual gestão do Governo encabeçou um projeto de reforma, que traz em seu cerne mudanças, que se efetivadas, trariam consequências extremamenteContinuar lendo “Lei de Direitos Autorais e o novo presidente do Brasil – dúvidas e consequências?!”

A internet das coisas e a “coisificação do ser humano”

Vivemos a época em que os gadgets, como os smartphones, atuam como extensões dos nossos corpos. Quando estamos sem eles, se a bateria acaba, por exemplo, o sentimento é de vazio, de algo que falta em nosso próprio corpo, algo indispensável. Como achar um telefone? Um compromisso na agenda? O caminho para um destino? AContinuar lendo “A internet das coisas e a “coisificação do ser humano””

A autoria superlativa em tempos de autopublicação cibernética

As plataformas de autopublicação não são uma novidade. Lulu foi uma das pioneiras. Atua desde 2002. http://www.lulu.com Aqui no Brasil começaram a surgir no final da década, 2008, 2009. Mais recentemente ganharam maior Visibilidade devido ao sucesso de vendas de alguns autores que foram convidados a migrar para grandes editoras e tiveram suas obras publicadasContinuar lendo “A autoria superlativa em tempos de autopublicação cibernética”

A finitude da vida – Gabriel Garcia Marquez se vai

A notícia do falecimento de Gabo reaviva na memória a marca deixada por suas obras lidas em momentos de vida diferentes  para cada um e que, por isso, têm um particular efeito em seus leitores. 100 Anos de solidão foi para mim a mais marcante quando a li em minha adolescência. Como poderia uma só obra percorrerContinuar lendo “A finitude da vida – Gabriel Garcia Marquez se vai”

O livro como objeto – o luxo e o desejo

Quem é estudante está habituado a pesquisar na internet, a acessar os PDFs de livros supostamente esgotados. Muitos passam pelos cursos de graduação e pós sem adquirir sequer um livro. Há vários argumentos a favor da “xeronet”. Há o preço dos livros como o principal deles. Entretanto, este argumento não corresponde aos fatos na maioriaContinuar lendo “O livro como objeto – o luxo e o desejo”

A política das Máquinas e do circo

Ler hoje o editorial do Estadão “Sempre a corrupção” é constatar a política generalizada no Brasil do desperdício do dinheiro do contribuinte. http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sempre-a-corrupcao-,1112741,0.htm No caso aborda-se o fornecimento de tratores e outros equipamentos para recapeamento de estradas para pequenos municípios, sempre entregues com um grande estardalhaço e ampla cobertura da imprensa, dentro do chamado PAC2.Continuar lendo “A política das Máquinas e do circo”

Sobre a polêmica das biografias e a sensação de espiar pelo buraco da fechadura

    Várias matérias têm sido veiculadas nas últimas semanas sobre o direito ou não à privacidade dos biografados. Polêmicas à parte, trago aqui alguns aspectos para contribuir com a reflexão crítica a respeito. O primeiro é a sensação de invasão de privacidade, por vezes constrangedora, que particularmente tenho experimentado ao ler a biografia deContinuar lendo “Sobre a polêmica das biografias e a sensação de espiar pelo buraco da fechadura”

A banalidade dos modismos

Deve ser mesmo bastante difícil para os jornalistas “traduzir” conceitos específicos ao grande público. Torná-los simples, resumí-los em uma lauda. Como fazer isto sem cometer o pecado de oferecer ideias superficiais e até erradas? Pois hoje na Folha de SP, 27.10, no caderno Mercado & Carreiras, há um exemplo típico: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/carreiraseempregos/135949-moda-dos-sites-com-videoaulas-chega-a-educacao-corporativa.shtml Para quem pesquisa naContinuar lendo “A banalidade dos modismos”

Hanna Arendt e a “Crise na Educação” – reflexões muito atuais

Hanna Arendt foi uma filósofa em sua essência. Seus pensamentos percorreram áreas as mais diversas dentro do espectro complexo do ser humano em si e em suas relações com o mundo. Em seu livro “Between past em future” apresenta um artigo sobre a crise na educação. A primeira edição do livro é de 1961. IncrívelContinuar lendo “Hanna Arendt e a “Crise na Educação” – reflexões muito atuais”