Globalizaram o jeitinho

Cenário: aeroporto de Paris, área de embarque. Pessoas de todas as nacionalidades vêem e vão todos os dias para este destino turístico e de negócios. Alguns preferem ou precisam viajar em grandes grupos. Foi um destes grupos que protagonizou uma cena bizarra na fila de “tax refund”, que é o reembolso que você pode requererContinuar lendo “Globalizaram o jeitinho”

Excesso de livros publicados ou falta de leitores

Em tempos de pós-feira de livros de Frankfurt muito foi dito sobre o excesso de livros sendo editados no Brasil e a dificuldade em escoar esta produção face ao número limitado de livrarias no Brasil. Se, por um lado, somos um país com poucas livrarias (por exemplo na favela de Paraisópolis não há nenhuma, masContinuar lendo “Excesso de livros publicados ou falta de leitores”

O paradoxo da Apple

Há algum tempo escrevi um post neste blog intitulado “cercada pela Apple”. Nele eu descrevia as maravilhos dos diversos gadgets da Apple e a dependência que criamos ao conviver com eles. Com a triste notícia do falecimento de Steve Jobs que há anos vinha lutando contra os problemas de saúde decorrentes do câncer podemos pensarContinuar lendo “O paradoxo da Apple”

A meditação como item de consumo

Admiro o artista que cria um tempo para criar. Pode ser na madrugada sem o despertar constante daquele estado de concentração representado pelo telefone que toca, os e-mails que chegam, os afazeres, família, trabalho etc. Cada artista acha sua forma de se ausentar do real como forma de ouvir as vozes das ideias. Na semanaContinuar lendo “A meditação como item de consumo”

“Literatura vai de menos 1 a 40 graus”, artigo de hoje no Estadao de Ignácio de Loyola Brandão

Ler o artigo do Ignácio hoje fez surgir um sentimento de esperança para esse nosso imenso Brasil. Com feiras do livro espalhadas por todo o Brasil, estimula-se a leitura, o debate, a criação, a descoberta de novos talentos. O texto de Ignácio nos faz querer partir hoje mesmo para a próxima feira do livro. ConhecerContinuar lendo ““Literatura vai de menos 1 a 40 graus”, artigo de hoje no Estadao de Ignácio de Loyola Brandão”

Começou mais uma Bienal do livro Rio 2011

Ontem teve início mais uma Bienal do Livro no Rio Centro. Em tempos de livro eletrônico o mercado editorial brasileiro promove o incentivo a leitura, expondo sua criação em grandes pavilhões, estandes dos mais diversos tipos e formatos, alguns visualmente muito bonitos e criativos. Longas filas se formam para os que querem aproveitar as diversasContinuar lendo “Começou mais uma Bienal do livro Rio 2011”

Falhas no Enem 2010

Hoje foi amplamente anunciado nos jornais o transtorno causado pelas falhas no material das provas do Enem, causando enormes prejuízos aos estudantes, à imagem dos organizadores e da gráfica contratada para executar o trabalho. Conhecemos de longa data a RR Donnelley, pois imprimimos muitos de nossos livros nesta excelente empresa. Entretanto, os problemas existiram porContinuar lendo “Falhas no Enem 2010”

A importância do investimento em cultura

As Leis de Incentivo à Cultura, como a Lei Rouanet, são, muitas vezes, utilizadas pelas grandes empresas para o investimento em livros que tenham cunho cultural. Atualmente, essa lei está passando por uma revisão e novas regras serão estabelecidas. Essas novas regras têm sido alvo de intensos debates. Um deles questiona acerca dos objetivos dasContinuar lendo “A importância do investimento em cultura”

O que o Google faria se fosse uma editora?

Interessante reproduzir trechos desta notícia que impacta a todos do mercado editorial:Cloud Publishing: o que o Google faria se fosse uma editora? O Google será uma livraria on-line e competirá com a Amazon (primeiro passo para a Googlezon?). Tomando emprestada a expressão do Jeff Jarvis, jornalista e blogueiro do BuzzMachine, “What Would Google Do?” (títuloContinuar lendo “O que o Google faria se fosse uma editora?”