Globalizaram o jeitinho

Cenário: aeroporto de Paris, área de embarque. Pessoas de todas as nacionalidades vêem e vão todos os dias para este destino turístico e de negócios. Alguns preferem ou precisam viajar em grandes grupos. Foi um destes grupos que protagonizou uma cena bizarra na fila de “tax refund”, que é o reembolso que você pode requererContinuar lendo “Globalizaram o jeitinho”

Excesso de livros publicados ou falta de leitores

Em tempos de pós-feira de livros de Frankfurt muito foi dito sobre o excesso de livros sendo editados no Brasil e a dificuldade em escoar esta produção face ao número limitado de livrarias no Brasil. Se, por um lado, somos um país com poucas livrarias (por exemplo na favela de Paraisópolis não há nenhuma, masContinuar lendo “Excesso de livros publicados ou falta de leitores”

A meditação como item de consumo

Admiro o artista que cria um tempo para criar. Pode ser na madrugada sem o despertar constante daquele estado de concentração representado pelo telefone que toca, os e-mails que chegam, os afazeres, família, trabalho etc. Cada artista acha sua forma de se ausentar do real como forma de ouvir as vozes das ideias. Na semanaContinuar lendo “A meditação como item de consumo”

Começou mais uma Bienal do livro Rio 2011

Ontem teve início mais uma Bienal do Livro no Rio Centro. Em tempos de livro eletrônico o mercado editorial brasileiro promove o incentivo a leitura, expondo sua criação em grandes pavilhões, estandes dos mais diversos tipos e formatos, alguns visualmente muito bonitos e criativos. Longas filas se formam para os que querem aproveitar as diversasContinuar lendo “Começou mais uma Bienal do livro Rio 2011”