Países desenvolvidos vs em desenvolvimento e o respeito às leis e regras de convívio

Parada esperando o farol para pedestres sinalizar o verde em Berlim em uma esquina qualquer, sem que nenhum carro pudesse ser avistado em qualquer direção, mas onde nenhum cidadão sequer ensaia sair andando ainda sem o “Apelman”, que é o “homenzinho” que aparece com a luz vermelha ou verde no farol, símbolo da cidade, sinalizarContinuar lendo “Países desenvolvidos vs em desenvolvimento e o respeito às leis e regras de convívio”

A internet das coisas e a “coisificação do ser humano”

Vivemos a época em que os gadgets, como os smartphones, atuam como extensões dos nossos corpos. Quando estamos sem eles, se a bateria acaba, por exemplo, o sentimento é de vazio, de algo que falta em nosso próprio corpo, algo indispensável. Como achar um telefone? Um compromisso na agenda? O caminho para um destino? AContinuar lendo “A internet das coisas e a “coisificação do ser humano””

A autoria superlativa em tempos de autopublicação cibernética

As plataformas de autopublicação não são uma novidade. Lulu foi uma das pioneiras. Atua desde 2002. http://www.lulu.com Aqui no Brasil começaram a surgir no final da década, 2008, 2009. Mais recentemente ganharam maior Visibilidade devido ao sucesso de vendas de alguns autores que foram convidados a migrar para grandes editoras e tiveram suas obras publicadasContinuar lendo “A autoria superlativa em tempos de autopublicação cibernética”

A finitude da vida – Gabriel Garcia Marquez se vai

A notícia do falecimento de Gabo reaviva na memória a marca deixada por suas obras lidas em momentos de vida diferentes  para cada um e que, por isso, têm um particular efeito em seus leitores. 100 Anos de solidão foi para mim a mais marcante quando a li em minha adolescência. Como poderia uma só obra percorrerContinuar lendo “A finitude da vida – Gabriel Garcia Marquez se vai”

A Opção pelo real: redes sociais de laços abstratos

Não há dúvidas sobre o avanço tecnológico permitido pelas redes sociais com aplicações em campos tão diversos como a educação, o empresarial e os movimentos sociais. Entretanto, o potencial alienante, a super-exposição, a banalização do cotidiano, entre outras exacerbações, carecem de uma maior reflexão. Será o tempo destinado aos posts, leitura e/ou escrita roubado deContinuar lendo “A Opção pelo real: redes sociais de laços abstratos”

O livro como objeto – o luxo e o desejo

Quem é estudante está habituado a pesquisar na internet, a acessar os PDFs de livros supostamente esgotados. Muitos passam pelos cursos de graduação e pós sem adquirir sequer um livro. Há vários argumentos a favor da “xeronet”. Há o preço dos livros como o principal deles. Entretanto, este argumento não corresponde aos fatos na maioriaContinuar lendo “O livro como objeto – o luxo e o desejo”

A política das Máquinas e do circo

Ler hoje o editorial do Estadão “Sempre a corrupção” é constatar a política generalizada no Brasil do desperdício do dinheiro do contribuinte. http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sempre-a-corrupcao-,1112741,0.htm No caso aborda-se o fornecimento de tratores e outros equipamentos para recapeamento de estradas para pequenos municípios, sempre entregues com um grande estardalhaço e ampla cobertura da imprensa, dentro do chamado PAC2.Continuar lendo “A política das Máquinas e do circo”

Sobre a polêmica das biografias e a sensação de espiar pelo buraco da fechadura

    Várias matérias têm sido veiculadas nas últimas semanas sobre o direito ou não à privacidade dos biografados. Polêmicas à parte, trago aqui alguns aspectos para contribuir com a reflexão crítica a respeito. O primeiro é a sensação de invasão de privacidade, por vezes constrangedora, que particularmente tenho experimentado ao ler a biografia deContinuar lendo “Sobre a polêmica das biografias e a sensação de espiar pelo buraco da fechadura”

A banalidade dos modismos

Deve ser mesmo bastante difícil para os jornalistas “traduzir” conceitos específicos ao grande público. Torná-los simples, resumí-los em uma lauda. Como fazer isto sem cometer o pecado de oferecer ideias superficiais e até erradas? Pois hoje na Folha de SP, 27.10, no caderno Mercado & Carreiras, há um exemplo típico: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/carreiraseempregos/135949-moda-dos-sites-com-videoaulas-chega-a-educacao-corporativa.shtml Para quem pesquisa naContinuar lendo “A banalidade dos modismos”

Hanna Arendt e a “Crise na Educação” – reflexões muito atuais

Hanna Arendt foi uma filósofa em sua essência. Seus pensamentos percorreram áreas as mais diversas dentro do espectro complexo do ser humano em si e em suas relações com o mundo. Em seu livro “Between past em future” apresenta um artigo sobre a crise na educação. A primeira edição do livro é de 1961. IncrívelContinuar lendo “Hanna Arendt e a “Crise na Educação” – reflexões muito atuais”