Waze-off, as necessárias viagens a si mesmo quando se viaja…

Enquanto sofregamente lutava para dar mais braçadas naquele mar imenso e assustador lembrava do artigo lido no café da manhã: http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,partiu-mas-por-que-mesmo,10000006591 E logo me veio o título deste texto e o sentimento a ele relacionado. Waze-off em uma alusão a off-pist no ski quando se esquia fora dos limites, por lugares não-delimitados. Quando você estáContinuar lendo “Waze-off, as necessárias viagens a si mesmo quando se viaja…”

Lembranças*

A primeira vez que o rostinho de vocês colou ao meu depois de tantos meses de espera…, lágrimas de emoção e de alegria… A primeira vez que a irmã mais velha de vocês as viu, lágrimas de emoção e de alegria caíram do rosto dela, e ela as amou e vai amar para sempre… EContinuar lendo “Lembranças*”

Sobre o medo…

Já tive medo de mudar de casa, de cidade, mas depois de mais de 20 mudanças acho graça. Já tive medo de ter filho, medo se seria capaz de tê-los, de criá-los, mas depois de três filhas, sendo duas gêmeas e algumas gravidezes que não foram em frente, suporto qualquer dor física, enfrento o queContinuar lendo “Sobre o medo…”

“Casseta de cobro” – uma aventura inesperada no México

“Pasele” disse o guarda com um fuzil empunhado em mais uma das diversas barreiras da Polícia Federal que enfrentamos na “carretera” entre Querétaro e Guadalajara, em um enredo que remetia à série Narcos sobre Pablo Escobar, a qual acabara de assistir recentemente.  Ao embarcar em São Paulo com destino à Feira do Livro de GuadalajaraContinuar lendo ““Casseta de cobro” – uma aventura inesperada no México”

Instantes de uma estante…amor, ficção, horror…

Existem vários sonhos dentro de um só?  Um jovem rapaz se declarando, em meio à multidão, em uma cerimônia que mais parecia um noivado ou casamento. Enquanto ele se desmanchava em elogios à amada, que se encontrava à sua frente, ele moreno de cabelos pretos, alto, vestido em roupas que lembravam os trajes da IdadeContinuar lendo “Instantes de uma estante…amor, ficção, horror…”

Tic tac tic tac – o relógio da vida

A vida é feita de pedaços de tempo; Hiatos de vazio, do nada sentir; Espasmos de amor, alegrias que evaporam em segundos; Realidade efêmera; Espírito cambaleante que busca equilíbrio em um ser à semelhança de um jovem que um dia existiu, dentro de uma carcaça que murcha em velocidade maior que a mudança das estaçōesContinuar lendo “Tic tac tic tac – o relógio da vida”

Recomeços

No início de qualquer grande mudança na vida, pessoal ou profissional, além de todas as dúvidas, medos e hesitações paralisantes por vezes, há a enorme necessidade de energia interna em direção a um novo horizonte. Exige-se uma força interna brutal, uma capacidade de moldar-se a uma nova realidade, novas cores, novos olhares, um novo mundo,Continuar lendo “Recomeços”

Estado civil: complicada…crônica de uma tentativa de diálogo

Era mais uma daquelas manhãs de trânsito na chegada a Congonhas em São Paulo. O voo partiria em uma hora. Haveria tempo para um café expresso? Dependeria da fila do raio-x, mas que raios, vim com aquele salto alto que apita! Teria que calçar a tal sapatilha branca, ficar com os pés nus diante deContinuar lendo “Estado civil: complicada…crônica de uma tentativa de diálogo”

A misoginia trocada em miúdos. Por que pais e mães devem se preocupar com esta palavra esquisita!

Não me atrevo aqui a definir ou a discorrer cientifcamente, historicamente ou psicologicamente sobre as origens da palavra misoginia. Entretanto, é fato constatar o enorme desconhecimento a respeito do assunto apesar de suas origens serem tão antigas quanto a origem do homem.  Miso vem de odiar e gino de mulher. O misógino é o homemContinuar lendo “A misoginia trocada em miúdos. Por que pais e mães devem se preocupar com esta palavra esquisita!”

Poder não pode, mas alguns negócios digitais se importam?

Ao ler a matéria do último domingo no Estadão “Fazendo pouco das normas”: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fazendo-pouco-das-normas-imp-,1680271 lembrei-me da recente estada em Londres quando por insistência de uns locais instalei o aplicativo Uber e chamei o motorista pela primeira vez. Cheguei ao destino, mas não sem antes observar o desleixo e a sujeira no carro. Já a contaContinuar lendo “Poder não pode, mas alguns negócios digitais se importam?”